Deflagrada pela Polícia Federal este ano, a investigação é uma convergência de
apurações sobre esquemas de corrupção, fraudes em licitações e desvios de
recursos em contratos de R$ 25 milhões assinados na gestão de Geraldo Julio
com aditivos feitos na gestão de João Campos à frente da Prefeitura do Recife.
O principal operador do esquema, João Guilherme Godoy Ferraz, amigo de João Campos,
teve a prisão decretada mas está foragido.
O PSB quer que João Ferraz permaneça escondido, porque ele é um homem-bomba, elo de
ligação de pelo menos cinco escândalos de corrupção do PSB em Pernambuco,
citado nas investigações da Barriga de Aluguel, Desumano e Apineia I e II.
O PSB de João Campos tem um longo histórico de problemas com a Polícia Federal,
sendo alvo de oito operações nas compras emergenciais da pandemia de covid-19.